Não aquele amor de flores vermelhas e jantares à luz de velas. Falo do amor que é Deus soprado em nós. Daquele sentimento instintivo, que não é racional, que não é egoísta.
Notícias – 01 de agosto de 2015
Por: Claudia Giron Munck é Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Pós-Graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, especializada em Marketing e Mídias Digitais.
O amor faz as pessoas se arriscarem a parar um trânsito caótico, para salvar um animal. Não se preocupa com o que precisa enfrentar amanhã, deseja apenas que a febre passe.
Não aquele amor de flores vermelhas e jantares à luz de velas. Falo do amor que é Deus soprado em nós. Daquele sentimento instintivo, que não é racional, que não é egoísta.
Do amor que não obriga alguém a estar perto, mas é capaz de abrir mão do próprio desejo para ver o outro feliz. Que é capaz de dividir o pouco que se tem. Que estende a mão, que cuida.
Daquilo que faz brotar sorrisos no momento que um peludinho vem te receber, mesmo os desconhecidos, na rua. Daquilo que invade e estufa o coração de uma mãe quando ela olha nos olhos do bebê, e ele sorri.
Da força que não tem língua, nem idioma, nem forma, nem cor. Que não se cansa e não desiste. Que não pode ser explicada, medida, nem compreendida… que só se conhece ao sentir.
O amor supera as diferenças, os interesses. É capaz de suportar a dor, de se colocar na frente. Ele brota, sem “pré-conceitos”, sem julgamentos, sem porém.
Nem a vida, nem a morte, NADA é maior que o amor. Porque nada disso importa. O amor nos faz capazes de romper barreiras, limites e até o tempo. Como pais, que desde a mais banal até a mais severa das situações se dariam voluntariamente no lugar de um filho para livrá-lo.
Nisto é perfeito o amor para nós. Porque ele veio primeiro, para nos dar confiança. Ele nos quer como espelhos. Nem o mais duro dos corações é capaz de resistir ao mais simples gesto de amor. Ele nos constrange.
O amor… o amor lança fora todo medo.


