As crianças precisam aprender é não violentar, física ou psicologicamente, seu próximo independente do motivo. Mas os vídeos sobre homossexualismo passam bem longe desse conceito.
Notícias – 10 de janeiro de 2011
O kit de cartilhas contém um DVD que conta a história de um garoto de aproximadamente 15 anos, caracterizado como menina (representação de um travesti), que se apaixona por um colega ao ver seu órgão sexual no banheiro. O mesmo garoto luta para ser chamado pelos professores por “Bianca”, na hora da chamada. O segundo vídeo mostra duas meninas namorando.
O material é parte do programa “Mais Educação” e foi realizado com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o intuito de combater a homofobia e o bullying por opção sexual nas escolas.
Combater a violência e o preconceito irracional seria uma atitude muito nobre do governo, se isso fosse feito direito. O material que o MEC pretende distribuir para as crianças não tem relação alguma com a proposta que eles alegam implantar. O kit é uma apologia ao homossexualismo desde a mais tenra infância e uma forma de instaurar como padrão o comportamento homossexual. O que as crianças precisam aprender é não violentar, física ou psicologicamente, seu próximo independente do motivo. Aprender a respeitar seres humanos, o meio ambiente em que vive e os animais. Mas os vídeos passam bem longe desse conceito.
O que vemos é uma incitação para a opção homossexual, não como uma forma de prevenção à violência, mas como prática padrão. Um desrespeito e um crime contra a infância. Inadequado como conteúdo para a proposta e, principalmente, inadequado para a idade que vai receber o material. Uma criança de 7 anos de idade mal entende o que é sexo e pode ter uma conclusão distorcida sobre sexualidade ao se deparar com esses vídeos.
A base para essa atitude do governo é uma pesquisa com alunos da rede pública, realizada por duas ONGs (Reprolatina e Pathfinder), que mostrou um resultado de baixo rendimento escolar, tristeza, depressão, evasão e suicídio de jovens gays, matriculados da 6ª à 9ª série.
Necessária é uma orientação cuidadosa, vinda da família, da escola e da religião, dotada de moral e ética, que ensine respeito, não um kit mal formulado, realizado com conceitos desvirtuados e tratando com relapso um assunto tão delicado.
Na Internet foi criado um abaixo assinado contra a distribuição dos kits, que pode ser conferido ou assinado clicando aqui.
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