É isso mesmo que você leu. A Marcha da Maconha teve a adesão de 20 cidades brasileiras em 2011 e, nesse ano, quer arrecadar R$ 15.000,00 para sua divulgação e realização. O movimento se diz autônomo e sem lideranças, será?
Notícias 37 – 21 de março de 2012
É isso mesmo que você leu. A Marcha da Maconha teve a adesão de 20 cidades brasileiras (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Niterói, Curitiba, Patos (PB), Salvador, São Paulo, Aracaju, Atibaia, Jundiaí, Natal, Brasília, ABC Diadema, João Pessoa, Blumenau, Guarulhos, Juiz de Fora, Goiânia e Florianópolis) em 2011 e, nesse ano, quer arrecadar R$ 15.000,00 para sua divulgação e realização. O movimento se diz autônomo e sem lideranças, será?
Bom, é que o Brasil não tem muitos problemas pelos quais o cidadão deva se preocupar, não há corrupção ou injustiças pelas quais devamos nos manifestar, então a população resolveu “liberar geral”.
Há dois sites especializados (um do próprio movimento, que integra também um blog) e outro para a arrecadação de “doações” para quem quer contribuir com a causa. O blog e o site oficial se dedicam a debater o tema da legalização da Maconha no país.
Mais que isso, o movimento ganhou espaço na Sala dos Estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) para um debate sobre o Supremo Tribunal Federal e a discriminalização das drogas.
Agora, é absurdo pensar que com tantos problemas com cigarro e álcool entre jovens, acidentes, mortes, doenças, dependências (sem contar o tão famoso problema da cracolândia em São Paulo, por exemplo) que a população quer, além de se mobilizar, investir para liberar mais drogas que, sabe-se muito bem, é viciante e destrutiva.
E você, vai apoiar qual opinião?


