A muralha de Jericó é um dos sítios arqueológicos mais fascinantes da antiguidade. Situada na cidade de Tel es-Sultan, na Cisjordânia, a antiga Jericó é considerada uma das cidades mais antigas habitadas continuamente no mundo.
Muralha de Jericó
Estrutura Dupla e Impenetrável: A cidade era protegida por uma estrutura dupla de muralhas: uma parede externa de revestimento e uma parede interna, ambas consideradas impenetráveis para a época.
Caíram para “Dentro”: Arqueólogos encontraram evidências de que as muralhas caíram para o lado de dentro da cidade, formando rampas naturais que facilitaram a entrada do exército de Israel, o que contraria a lógica de um cerco convencional (onde as paredes caem para fora) e condiz com o relato de que os israelitas “subiram à cidade” logo após o toque final e o grito.
A “Muralha” Mais Antiga (Neolítica): Antes da época de Josué, Jericó já possuía uma torre de pedra enorme, datada de cerca de 8.000 a.C., indicando que a cidade era fortificada muito tempo antes.
Confirmação Arqueológica de Incêndio: Escavações revelaram uma espessa camada de cinzas e cereais queimados, sugerindo que a cidade foi rapidamente destruída e incendiada logo após a queda da muralha, como descrito em Josué 6.
A Casa de Raabe: O relato menciona que a casa de Raabe, que ficava no muro, foi poupada, e a arqueologia encontrou evidências de uma seção do muro norte que parecia não ter caído, onde casas poderiam ter existido.
Tamanho das Ruínas: Estudos de arqueólogos como John Garstang indicaram que a quantidade de tijolos encontrada na base da muralha era compatível com uma parede superior de cerca de 2 metros de largura por 3,5 metros de altura.
A muralha representa um grande desafio e derrubá-la parecia totalmente impossível. A proposta da dinâmica para a aula que conta essa história é mostrar que algo que parece tão grande, com a ajuda de Deus, pode ser muito fácil de fazer. Além disso, derrubar as caixas será uma ótima diversão!
